A Guarda Nacional Republicana (GNR) tem desempenhado um papel ativo no apoio às populações afetadas pela depressão Kristin, que provocou ventos violentos, chuva intensa, quedas de árvores e danos em infraestruturas em várias regiões do país.
Os militares da GNR foram destacados para as zonas mais críticas, realizando patrulhas, reconhecimento de áreas isoladas e apoio à circulação em vias condicionadas, com objetivos como:
- Reforçar a prevenção criminal, sobretudo contra furtos e burlas;
- Aumentar a visibilidade policial em áreas vulneráveis;
- Identificar rapidamente comportamentos suspeitos que explorem a fragilidade das populações afetadas.
Através da Unidade de Emergência de Proteção e Socorro (UEPS), a GNR também realizou:
- Desobstrução de vias e acesso a áreas isoladas;
- Busca, resgate e salvamento de pessoas em risco;
- Apoio à evacuação preventiva, quando necessário.
O trabalho da GNR incluiu ainda apoio às populações temporariamente incomunicáveis, garantindo contato direto, sinalização de necessidades urgentes e ligação às demais forças de socorro e Proteção Civil. O dispositivo de intervenção começou ainda antes do impacto máximo da tempestade, com mais de 50 militares de prevenção, reforçados posteriormente com mais 60 militares da UEPS, assegurando uma resposta contínua e robusta.
A GNR recomenda à população:
- Seguir sempre as instruções das autoridades;
- Manter distância de árvores instáveis, cabos elétricos caídos e estruturas danificadas;
- Ter preparados itens essenciais (lanterna, rádio, água, alimentos, medicamentos, carregadores) para autossuficiência de até 72 horas;
- Não deixar habitações desocupadas sem vigilância e comunicar qualquer movimento suspeito;
- Confirmar a identificação profissional antes de permitir a entrada de técnicos ou funcionários, e, em caso de dúvida, contactar a GNR.
Estas medidas visam garantir a segurança das populações e permitir uma resposta eficaz e coordenada face aos danos causados pela tempestade.

